Que tal cuidar de um animal de estimação ao se aposentar?

Nesta fase, é importante buscar atividades para evitar a sensação de “vazio”

A terceira idade deixou de ser sinônimo de vida sem graça. Vale a pena cuidar da saúde física e mental para usufruir deste momento com maior intensidade. Quem mora sozinho ou sente falta de uma companhia, pode apostar na adoção de um animal de estimação. E, nada de comprar! No Brasil, existem várias ONG’s com pets prontos para ganhar um lar.

Uma pesquisa feita no Reino Unido mostrou que pessoas mais velhas que adotaram gatos se sentiram menos sozinhas. Coordenador da pesquisa, o psicólogo McNicholas destaca que os felinos contribuíram para diminuir a sensação de solidão entre os idosos. “Uma em cada quatro pessoas relataram que ter um animal de estimação contribuiu para que se sentissem menos sozinhas, além de facilitar a comunicação com outras pessoas que também tinham gatos”, conta. Um simples passeio na vizinhança ou uma visita ao pet shop pode render boas conversas e até novas amizades.

Jill Clark está aposentado e é um dos entusiastas do universo felino. “Gatos são criaturas maravilhosas. Eles nos dão uma quantidade infinita de afeto e companheirismo, são amigos de verdade”, conta. Estudos mostram que, além da sensação de conforto, animais de estimação também contribuem para diminuir os níveis de ansiedade, acalmando o corpo e a mente.

Gato, cachorro, passarinho. Basta ver qual animal de estimação combina mais com seu estilo de vida e abrir o coração para ter uma ótima companhia!

Elaborado a partir de informações do Retirement Today

Tags: animais de estimação casa família futuro qualidade de vida

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