Especialista indica caminho para independência financeira

Para Aigo Pyles, compreender as próprias finanças é o começo de uma vida financeira mais tranquila

Independência financeira não significar ter uma vida de luxo e altos gastos. Significa conseguir viver tranquilamente pelo resto da vida apenas com seus investimentos, sem a necessidade de trabalhar para ganhar dinheiro. É fazer o dinheiro trabalhar por você, por meio de juros, imóveis ou outros bens ativos.

Por isso, o valor mensal que você precisará para ser independente financeiramente vai variar de acordo com seu custo de vida. Dessa maneira, o valor que você terá que ter investido também irá variar.

O primeiro passo é começar a controlar seus gastos. Como? Conhecendo exatamente seu fluxo de recebimento e despesas. “Compreenda suas finanças, o entra e sai do dinheiro. Só o autoconhecimento pode ajudá-lo a desenhar um plano de ação que seja real para você”,  aconselha Aigo Pyles, especialista em planejamento financeiro e patrimonial para pessoas físicas e jurídicas.

Então, você precisará definir o quanto quer ganhar no futuro. Isso vai lhe ajudar a descobrir quanto guardar mensalmente – e por quanto tempo – para conseguir viver de renda daqui alguns anos.

O valor a ser economizado também vai depender da idade que você quer se aposentar e começar a viver da renda dos seus investimentos. A ajuda de um consultor ou coach financeiro pode ser bastante útil.

Depois disso, chega a parte mais difícil: começar a economizar. Muitas vezes, já vivemos no limite e não sobra sequer 10% do salário para investir. Isso significa que é preciso cortar gastos. Um caminho é identificar despesas supérfluas e reduzi-las.

Até que ponto você realmente precisa das coisas que compra? “O consumismo é o mal dessa era, somos estimulados a comprar o tempo todo. É preciso estar atento e não se desviar dos objetivos, por isso a importância de um planejamento.

Quando começar a economizar?
É preciso para de procrastinar tarefas. Não deixe para depois, o tempo passa rápido e depois pode ser tarde demais. “O melhor momento sempre é o agora. Faça planos de curto, médio e longo prazo. E o ideal é que esses planos sejam revistos periodicamente”, alerta Pyles.

Assim, você pode dividir seus investimentos em curto, médio e longo prazo. Os investimentos de curto prazo são aqueles que ficam em um fundo fácil de resgatar. É aquele dinheiro que você utiliza em emergências, como o conserto do carro. Os de médio prazo pode ter um objetivo bem definido, como uma viagem ou a faculdade dos filhos. Já os de longo prazo, geralmente, visam uma aposentadoria tranquila. Tudo o que você guarda mensalmente – e investe – é considerado seu patrimônio financeiro. É esse montante (valorizado por juros) que se tornará sua renda no futuro.

“Um dia todos nós iremos desacelerar ou mesmo parar de trabalhar. Nesse momento, a renda tem um papel importante na vida do indivíduo. Faz-se necessário, então, construir estratégias específicas para cada momento da vida. A fase da formação de patrimônio, manutenção e quem sabe, a sucessão de patrimônio”, diz Pyles.

Como saber onde investir?
Antes de investir, é necessário se informar sobre os tipos de investimentos existentes. Existem fundos que investem em várias empresas – e você só deve colocar seu dinheiro neles se acreditar em cada uma das empresas escolhidas. Os fundos imobiliários, por sua vez, investem em imóveis, visando uma renda de aluguel e valorização deles.

Títulos públicos nada mais são do que um empréstimo do investidor para o governo. Eles têm prazo para vencer, data em que o investidor recuperará seu dinheiro com juros, como em qualquer empréstimo. Para investir neles, você precisará ter uma conta em corretora. Segundo Pyles, um gestor patrimonial pode ser útil e tornar seus investimentos mais seguros.

E, se pensa em investir em algo mais agressivo, como ações, mas não entende nada de investimentos, é fundamental contar com a ajuda desse tipo de profissional. Assim, você não corre riscos desnecessários e alcança sua independência financeira mais rapidamente.

Fonte: Dino (Divulgador de Notícias)

Tags: dinheiro educação financeira finanças futuro investimentos planejamento financeiro

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