Economize nas compras do nascimento do bebê aos primeiros meses de vida

Além de ter de se adaptar a novos horários e hábitos impostos pelo bebê, os pais terão de lidar com novas despesas

A vinda de um bebê sinaliza o início de um novo ciclo para a família, em que a rotina sofrerá grandes mudanças. Além de ter de se adaptar a novos horários e hábitos, os pais terão de lidar com novas despesas, justamente para garantir o bem-estar do pequeno. A boa notícia é que, com um mínimo de planejamento, é possível se preparar para fazer uma transição tranquila, minimizando as chances de se estressar por problemas com o orçamento doméstico. Os especialistas ensinam como fazer isso:

  1. Escreva a sua própria lista de compras
    Na Internet, nos sites de lojas especializadas ou de maternidades, é possível encontrar listas que indicam o que é preciso comprar para os primeiros dias do bebê. Porém, é bom que você saiba: muitas dessas relações trazem itens supérfluos. “Na dúvida, converse com outras mães. Elas vão saber dizer o que é ou não dispensável, com conhecimento de causa”, ensina Alessandra Nunes, autora do blog “Da Fertilidade à Maternidade”.
  2. Cuidado com a escolha do tamanho
    As roupas de tamanho RN e P são as que o bebê vai perder mais rápido. Com as fraldas, acontece o mesmo. Por isso, a melhor pedida é comprar uma quantidade maior dos tamanhos M e G, que a criança vai usar por mais tempo.
  3. Observe a época do ano em que o bebê vai nascer
    Cuidado com as compras por impulso! Afinal, de que adianta comprar um vestido lindo e com preço bom, no tamanho G, se a sua filha só terá tamanho para usá-lo quando estivermos em pleno inverno? Parece bobagem, mas também é fundamental atentar ao clima, antes de investir em roupas e acessórios. “Se o nascimento da criança vai acontecer no verão, é preciso pensar nas roupas adequadas para esse período, nos tamanhos RN e P. Já no inverno, o bebê que nasceu no verão estará usando tamanho M ou G”, diz Alessandra.
  4. Compre acessórios seminovos
    Muitas lojas, físicas e virtuais, oferecem itens de segunda mão, como bebê-conforto, carrinho e cercadinho, por um preço muito mais acessível. O ponto principal a se considerar é que algumas crianças usam durante um tempo curto esses acessórios, o que permite que eles continuem com aparência de novos. Vale a pena pesquisar!
  5. Saiba quanto você gasta, por mês, com o bebê
    “Após o nascimento da criança, acostume-se a anotar todos os gastos que tem, no computador ou no caderno, para suprir as necessidades básicas dela”, indica o professor Almir Ferreira de Sousa, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. Escreva as despesas com remedinhos, itens de higiene, leite, roupas, fraldas, entre outras. Depois, faça uma média. Assim, você vai saber quanto precisa reservar, por mês, para garantir o bem-estar do seu bebê. Se precisar, você até poderá fazer cortes em outras despesas supérfluas para não desequilibrar o orçamento da família, mas também para não deixar faltar nada ao seu filho.
  6. Gaste menos sempre que possível, sem abrir mão da qualidade
    Economiza quem gasta com o necessário, sem sair muito fora do planejamento. Porém, não é uma boa ideia comprometer a saúde ou a segurança do bebê em nome da necessidade de manter as contas em dia. “Fraldas e produtos de higiene de má qualidade, por exemplo, podem causar alergias no bebê. Economizar com a cadeirinha de carro ou o colchão também são exemplos de atitudes que podem trazer riscos à criança”, alerta Alessandra. O melhor é sempre investir em produtos que tenham bom custo, mas que também ofereçam os benefícios esperados. Para garantir essas vantagens, é preciso pesquisar, conversar com outros pais mais experientes e se planejar, sempre.

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