A importância da resiliência no mundo corporativo

Quando uma situação negativa exige flexibilidade, você consegue pensar no lado positivo que ela pode trazer?

A todo tempo somos testados, postos em situações em que devemos nos adaptar, nos habituar e nos tornar capazes de superar. Vivemos em constante competitividade em busca de resultados, melhores posições e salários no mercado de trabalho e é inevitável que o estresse seja uma realidade.

Em reflexo a isso, as corporações estão à procura de profissionais capacitados não apenas no currículo, mas sim que tenham habilidade de se adaptarem a um ambiente conturbado, principalmente em momentos de crise. Sai na frente o profissional resiliente, aquele que enfrenta as adversidades ao seu redor de forma equilibrada.

Você se considera resiliente?

Em algum momento da vida, já se perguntou como existem pessoas que parecem não se abalar diante de situações ou períodos de crise no mundo corporativo? Se sim, podemos dizer que esteve diante de alguém que possui o equilíbrio emocional necessário para atravessar esses períodos.

A resiliência é o hábito de se flexibilizar contornando momentos adversos, sem restaurar o passado, e seguir em frente com os objetivos. É não desistir do que dá sentido à vida, é vencer uma condição antagônica sem que o processo decisório seja afetado de modo negativo.

Como alcançar a resiliência?

Podemos começar citando o otimismo como o primeiro pilar da resiliência, já que ele regerá todas as outras vertentes que sustentarão o bem-estar individual. Ser otimista é conseguir enxergar além do problema e acreditar que o resultado será positivo independentemente de tudo. Para ajudar você, citaremos outras particularidades para encontrar o seu equilíbrio.

  • Flexibilidade – aceitar as circunstâncias, as adversidades, sem perder o foco dos seus objetivos.
  • Disposição – estar apto(a) a ajudar, a colaborar com quem quer que seja, sem reclamar.
  • Autoestima elevada – acreditar em si mesmo(a), aceitando quaisquer mudanças que possam ocorrer ao seu redor.
  • Realização pessoal – valorizar-se como profissional, buscando sempre aprimorar-se, sem focar apenas nas questões financeiras.
  • Equilíbrio emocional – compreender o problema, procurando soluções criativas e eficazes para solucioná-lo.

Um valioso exercício para preservar a integridade da mente e manter uma boa sintonia no meio corporativo é pensar que a vida terá um fim, buscando respostas para a sua existência. Há um pouco de filosofia, bem como conceitos de sociologia, mas, dessa forma, é possível encontrar um meio de elevar o nível do bem-estar, trazendo satisfações pessoais e sentir prazer nas coisas simples.

A valorização das pessoas e do espírito de equipe permite uma visão sistêmica, projetando na corporação que cada um tem sua importância. Somados a isso, a liderança precisa estabelecer um canal de comunicação com boa qualidade, motivar, conquistar o respeito e a admiração dos integrantes, apresentando valores e missões como promissoras competências.

É essencial lembrar de que o sistema corporativo depende de todos e que cuidar de si, da sua saúde física e mental desenvolvendo o autoconhecimento e adquirindo aprendizado podem ser gatilhos que elevam o nível de resiliência. Não descarte uma boa leitura ou outras formas de obter cultura, não dispense uma manhã de meditação e autorreflexão, não hesite em comer alimentos coloridos e saudáveis. Aproveite cada situação do cotidiano para aprender a lidar de forma otimista e a resolver com criatividade uma a uma.

Desfrute o melhor do seu trabalho, persiga seus sonhos e acredite em si mesmo. Lembre-se de que o lugar ideal para estimular atos de resiliência é no ambiente corporativo.

Tags: bem-estar corporativo equilíbrio emocional qualidade de vida resiliência

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